quarta-feira, 8 de outubro de 2025

PF REALIZA OPERAÇÃO PROTEÇÃO INTEGRAL III CONTRA ABUSO INFANTIL

 

Operação integra esforços de combate aos crimes cibernéticos que violam

 a dignidade sexual de crianças e adolescentes/Divulgação/PF


Fonte: Policia Federal

Em mais uma ação coordenada de combate aos crimes virtuais, a Polícia Federal voltou a mirar redes criminosas envolvidas em abuso sexual de crianças e adolescentes. A ofensiva, que acontece simultaneamente em todas as unidades da federação, reforça a estratégia de enfrentamento a um tipo de crime que se expande com o uso das tecnologias digitais e exige respostas rápidas das forças de segurança.

Na manhã desta quarta-feira (8), a PF deflagrou a Operação Nacional Proteção Integral III, com o objetivo de prender suspeitos de armazenar, produzir e compartilhar material de exploração sexual infantil pela internet. A operação mobiliza agentes em todos os estados e conta com o apoio das Polícias Civis de 16 unidades da federação - entre elas Pará, Ceará, Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e Distrito Federal.


Ao todo, foram expedidos 182 mandados de busca e apreensão e 11 de prisão preventiva. Segundo a corporação, até o momento, 19 pessoas foram presas em flagrante, duas menores foram apreendidas e uma vítima foi resgatada.

A iniciativa faz parte de uma série de ações integradas que vêm sendo realizadas ao longo de 2025. Entre janeiro e setembro, a PF já cumpriu mais de 1.630 mandados de prisão contra condenados por crimes sexuais em todo o país.



FASES ANTERIORES

A operação desta quarta é um desdobramento das fases anteriores, realizadas em março e maio deste ano. Na primeira etapa, foram cumpridos 73 mandados de busca e seis de prisão preventiva, com 26 prisões em flagrante registradas. Já a segunda fase resultou em 47 prisões em flagrante, a partir de 129 mandados de busca e apreensão e nove de prisão preventiva.

De acordo com a PF, o foco das investigações continua sendo o rastreamento de redes criminosas que atuam na internet, explorando o anonimato digital para cometer e disseminar crimes graves contra menores de idade. As autoridades destacam que o avanço das operações demonstra a prioridade do combate à exploração sexual infantojuvenil e a necessidade de fortalecer a cooperação entre órgãos de segurança de diferentes estados.

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