quarta-feira, 27 de maio de 2026

CONCORRENTE NACIONAL DO OZEMPIC CHEGA AO MERCADO COM PREÇO ATÉ 60% MENOR

 

Medicamento nacional à base de semaglutida deve ampliar concorrência no mercado brasileiro.

A chegada de um concorrente nacional do Ozempic ao mercado brasileiro promete mexer diretamente no bolso dos consumidores e ampliar o acesso aos tratamentos contra diabetes tipo 2 e obesidade. A farmacêutica EMS anunciou que lançará em cerca de um mês a caneta Ozivy, medicamento à base de semaglutida, mesma substância utilizada pelo Ozempic, da Novo Nordisk. A expectativa é que o produto seja vendido por um valor até 60% menor em relação ao medicamento de referência, segundo estimativas do setor farmacêutico e da indústria de genéricos.


O Ozivy recebeu registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) nesta terça-feira (26), inicialmente para tratamento de diabetes tipo 2. A EMS informou, porém, que também solicitará autorização para uso voltado ao emagrecimento e controle da obesidade, mercado que cresceu de forma explosiva nos últimos anos devido à popularização das chamadas “canetas emagrecedoras”.

Preços inferiores praticados pelas marcas importadas
Segundo o vice-presidente da EMS, Marcus Sanchez, o novo medicamento chegará ao mercado com preços inferiores aos praticados atualmente pelas marcas importadas. “Entendemos que nosso preço continuará sendo mais acessível”, declarou o executivo durante entrevista coletiva ao anunciar o lançamento do produto. Hoje, o Ozempic possui preços que variam entre R$ 800 e R$ 1 mil nas versões mais utilizadas no Brasil, dependendo da dosagem e da incidência de impostos estaduais.

A EMS informou ainda que investiu mais de R$ 1 bilhão em uma fábrica de peptídeos sintéticos em Hortolândia, no interior de São Paulo, para ampliar a produção nacional desse tipo de medicamento. A empresa estima capacidade de fabricação de até 40 milhões de canetas por ano, embora a projeção inicial para 2026 seja de cerca de 1,2 milhão de unidades distribuídas no país.


Apesar da expectativa de redução nos preços, médicos alertam que a semaglutida exige acompanhamento profissional e não deve ser utilizada sem prescrição médica. O medicamento atua no controle da glicemia e também provoca sensação prolongada de saciedade, fator que levou ao aumento da procura por pacientes interessados em emagrecimento rápido. Especialistas reforçam que o uso inadequado pode causar efeitos colaterais como náuseas, vômitos, perda excessiva de massa muscular e problemas gastrointestinais.

Além da EMS, outras farmacêuticas brasileiras e internacionais já anunciaram interesse no mercado da semaglutida. Empresas como Cimed, Prati-Donaduzzi, Biocon, Cipla e Dr. Reddy’s desenvolvem versões próprias do medicamento para os próximos anos.

O mercado de medicamentos para emagrecimento deve crescer ainda mais após o fim da exclusividade da patente do Ozempic e do Wegovy. Analistas avaliam que o aumento da concorrência pode democratizar o acesso ao tratamento, atualmente considerado caro para grande parte da população brasileira.


EDITAL - AVISO DE RECEBIMENTO DE LICENÇA DE OPERAÇÃO JOALHERIA SILVA COM. DE JOIAS LTDA

 


JOALHERIA SILVA COM. DE JOIAS LTDA

 CNPJ: 09.220.340/0001-00

AVISO DE RECEBIMENTO DE LICENÇA DE OPERAÇÃO

A JOALHERIA SILVA COM. DE JOIAS LTDA, com CNPJ: 09.220.340/0001-00, torna público que RECEBEU da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Turismo e Indústria SEMATI/Tucumã LO nº 009/2024, validade até 01/02/2028, para a atividade de fabricação de artefatos de joalheria e ourivesaria, na Av. Pará, nº1094, Centro, Tucumã-PA. 

STF ACABA COM APOSENTADORIA COMPULSÓRIA REMUNERADA PARA JUÍZES PUNIDOS

Primeira Turma do STF confirmou entendimento do ministro Flávio Dino sobre punições a magistrados

O STF decidiu endurecer as punições contra magistrados envolvidos em infrações graves e determinou o fim da aposentadoria compulsória remunerada como pena máxima aplicada a juízes condenados administrativamente. A decisão foi tomada por unanimidade pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal na terça-feira, 26 de maio, ao confirmar entendimento individual do ministro Flávio Dino.

A partir de agora, magistrados investigados e condenados por práticas graves, como corrupção, venda de sentenças, assédio moral, assédio sexual e favorecimento ilícito, poderão perder definitivamente o cargo e os salários vinculados à função.

Reforma da Previdência de 2019 e o fim da aposentadoria compulsória

O julgamento ocorreu após análise de recursos apresentados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e por dois magistrados que haviam sido aposentados compulsoriamente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Os pedidos buscavam reverter decisão anterior de Flávio Dino, proferida em março deste ano, quando o ministro concluiu que a Reforma da Previdência de 2019 retirou da Constituição Federal a previsão da aposentadoria compulsória como sanção disciplinar máxima para integrantes da magistratura.

Na prática, o entendimento modifica uma das punições mais criticadas do Judiciário brasileiro nas últimas décadas. Até então, juízes condenados administrativamente podiam ser afastados das funções, mas continuavam recebendo remuneração proporcional ao tempo de serviço. A medida era frequentemente alvo de críticas por ser considerada uma espécie de “prêmio” para magistrados punidos por irregularidades graves.


Ministro Flávio Dino de forma coerente, defendeu que juízes punidos não poderiam continuar ganhando salários após praticarem atos ilícitos. 

Críticas ao modelo anterior e o posicionamento dos ministros

Durante o julgamento, o ministro Alexandre de Moraes criticou diretamente o modelo anterior. “A aposentadoria compulsória paga pelo contribuinte não é sanção”, afirmou o magistrado ao defender punições mais rigorosas para integrantes do Judiciário envolvidos em corrupção e outras irregularidades graves.

Flávio Dino também reforçou seu posicionamento durante a sessão. Segundo o ministro, não é razoável que a sociedade arque financeiramente com magistrados condenados por práticas ilícitas. “Se um juiz vende uma decisão judicial ou mata alguém, a punição não pode ser suportada pelo contribuinte”, declarou o relator durante o julgamento

Impacto da decisão e repercussão nacional

Com a nova interpretação, após a condenação administrativa máxima aplicada pelo CNJ, a Advocacia-Geral da União (AGU) deverá ingressar no STF para pedir a decretação da perda definitiva do cargo do magistrado punido. A decisão vale para todas as instâncias do Judiciário brasileiro, com exceção dos próprios ministros do Supremo Tribunal Federal.

O tema ganhou grande repercussão nacional porque envolve diretamente o debate sobre privilégios no serviço público e mecanismos de controle disciplinar do Judiciário. Dados do CNJ mostram que, em cerca de 20 anos, 126 magistrados foram condenados à aposentadoria compulsória no Brasil. Entre os casos analisados pelo conselho aparecem investigações relacionadas à venda de decisões judiciais, corrupção, favorecimento indevido, assédio e até vínculos com organizações criminosas

EDITAL - AVISO DE RECEBIMENTO DE LICENÇA DE OPERAÇÃO ROMA PALACE HOTEL LTDA




 

ROMA PALACE HOTEL  LTDA

CNPJ 12.323.900/0001-59

AVISO DE RECEBIMENTO DE LICENÇA DE OPERAÇÃO



A empresa ROMA PALACE HOTEL  LTDA, inscrita no CNPJ 12.323.900/0001-59, torna público que RECEBEU da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Turismo e Indústria SEMATI/Tucumã, a Licença de Operação LO nº 002/2026, com validade até 20/01/2030, referente à atividade de HOTEL, localizada na Rodovia PA 279, nº 931, Setor Industrial, Tucumã - PA, CEP: 68.385-000

POLICIA INVESTIGA AS CAUSAS DA MORTE DE MOTOQUEIRO AS MARGENS DA PA-279

 

Peritos e policiais civis analisam a área de mata densa às margens da PA-279 onde o corpo de Laércio Anunciação da Silva foi localizado por populares. | Reprodução/PM.

Um cenário de mistério e tragédia chocou os moradores do município de Tucumã, no sul do Pará. Na manhã de uma sexta-feira (22), o corpo de um homem identificado como Laércio Anunciação da Silva foi encontrado em circunstâncias intrigantes em uma área de mata fechada, às margens da rodovia estadual PA-279. Ele estava caído exatamente por cima de uma motocicleta que chamou a atenção das autoridades por um detalhe crucial: o veículo estava totalmente sem placa de identificação.

A cronologia dos fatos revela que o desfecho poderia ter sido diferente. De acordo com informações compartilhadas pelo capitão Leymir, subcomandante do 36º Batalhão da Polícia Militar, as forças de segurança receberam o primeiro chamado por volta das 8h da manhã.

O relato inicial apontava para um possível acidente automobilístico nas proximidades de um hotel do Bairro Buriti. Uma viatura do 86º Pelotão se deslocou rapidamente ao quadrante indicado, mas a varredura inicial não encontrou nenhum vestígio visível de colisão, marcas na pista ou testemunhas que pudessem validar o chamado, fazendo com que a equipe retornasse.

Contudo, o desfecho trágico confirmou-se horas mais tarde. Por volta das 11h40, um novo acionamento levou os policiais de volta à rodovia. Desta vez, populares apontaram a localização exata do corpo de Laércio, já sem vida, ocultado pela vegetação densa que margeia a PA-279.

Investigações preliminares ganharam força com relatos de moradores locais. Vizinhos da rodovia afirmaram ter ouvido, ainda na noite anterior, um forte estrondo característico de colisão traseira.

A principal suspeita levantada pela comunidade é de que a motocicleta tenha colidido violentamente contra a traseira de uma carreta de grande porte que trafegava pelo trecho. O motorista do suposto veículo pesado não permaneceu no local para prestar socorro e ainda não foi identificado.

 Motocicleta sem placa utilizada pela vítima foi apreendida pelas equipes do 36º BPM e encaminhada à delegacia para exames periciais que ajudarão a desvendar a dinâmica do acidente. |Reprodução/PM.

Para além da dinâmica do impacto, um novo elemento adiciona contornos dramáticos ao caso. A Polícia Militar confirmou que está realizando buscas ativas por um suposto passageiro que estaria sendo transportado na garupa de Laércio no momento do acidente e que desapareceu sem deixar pistas.

A Polícia Civil esteve no local do achado, coordenou a perícia técnica e liberou o cadáver para os procedimentos de remoção por uma empresa funerária. A motocicleta sem identificação foi apreendida e levada até a Delegacia de Polícia Civil de Tucumã, onde passará por exames detalhados. Um inquérito policial foi instaurado para desvendar as reais causas da morte, identificar o condutor do outro veículo envolvido e localizar o paradeiro do passageiro misterioso.


quarta-feira, 20 de maio de 2026

EDITAL - AVISO DE PEDIDO DE LICENÇA DE OPERAÇÃO BR PNEUS AUTO CENTER LTDA

 


BR PNEUS AUTO CENTER LTDA

CNPJ: 44.106.734/0001-25

AVISO DE PEDIDO DE LICENÇA DE OPERAÇÃO 


A empresa BR PNEUS AUTO CENTER LTDA, com CNPJ: 44.106.734/0001-25, torna público que está requerendo a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Turismo e Indústria-SEMATI/Tucumã a LICENÇA DE OPERAÇÃO para a ATIVIDADE DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO E REPARAÇÃO MECÂNICA DE VEÍCULOS AUTOMOTORES com o endereço na ROD PA 279, QD 11, LT 184, AEROPORTO, TUCUMÃ/PA.

OPERAÇÃO ‘CHILD PROTECTION’ NO PARÁ COMBATE CRIMES SEXUAIS CONTRA CRIANÇAS

Além dos presos em flagrante, o material apreendido foi encaminhado à delegacia para procedimentos legais. | Divulgação

                                                 Fonte PC-PA e DOL

Nesta terça-feira (19), a Polícia Civil do Pará deflagrou a operação “Child Protection” em Bom Jesus do Tocantins, no sudeste do estado, para cumprir mandados judiciais contra investigados por crimes sexuais envolvendo crianças e adolescentes. A ação resultou em prisões, apreensões de armas de fogo e munições, além do avanço das investigações que apontam pelo menos 12 vítimas.

A operação teve como alvos suspeitos de associação criminosa, estupro de vulneráveis e favorecimento à prostituição de menores. Foram cumpridos quatro mandados de prisão temporária e 18 mandados de busca e apreensão domiciliar, expedidos pelo Juízo Criminal da Comarca de Marabá. Durante as diligências, uma quinta pessoa também foi presa em flagrante por posse irregular de arma de fogo.

As ações policiais contaram com agentes da Superintendência Regional do Sudeste do Pará, da Delegacia de Bom Jesus do Tocantins e da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core). Além do cumprimento das ordens judiciais, os policiais deram voz de prisão a três dos quatro principais alvos também por posse irregular de arma de fogo, que responderão cumulativamente pelos crimes investigados.

Em residências ligadas aos investigados, foram apreendidas diversas armas e munições. Ao todo, 16 armas de fogo e mais de 500 munições de diferentes calibres foram recolhidas durante a operação.

Segundo o delegado Antônio Mororó Júnior, superintendente da região, os mandados foram expedidos pelo Juízo Criminal da Comarca de Marabá no escopo da investigação que apura crimes como associação criminosa, estupro de vulneráveis e favorecimento à prostituição de menores. "A operação foi pensada devido à campanha Maio Laranja, que trata sobre a conscientização nacional ao combate a abusos e exploração sexual a crianças e adolescentes. Nós temos conhecimento de, pelo menos, 12 vítimas dos crimes praticados pelos investigados e todas receberam atendimento especializado, psicossocial e multidisciplinar”, destacou o delegado.

Quatro dos investigados foram presos em Bom Jesus do Tocantins, enquanto um dos alvos do mandado de prisão temporária foi localizado no município de Marabá. Segundo as autoridades, as investigações tiveram início a partir de denúncia do Conselho Tutelar de Bom Jesus do Tocantins, que relatou a suspeita de crimes praticados contra crianças e adolescentes.

“Nós temos a informação de que, pelo menos, 12 crianças e adolescentes foram vítimas dos investigados e, por isso, solicitamos à Justiça a expedição dos mandados de prisão temporária contra eles. À medida que nós conversamos com as primeiras vítimas, foi possível identificar outras crianças e adolescentes. Como bem destacou o superintendente, todas passaram por escuta especializada e atendimento multidisciplinar, que são muito importantes para vítimas deste tipo de crime que deixa tantas marcas”, informou o delegado Lucas Luz, responsável pela investigação e diretor da Delegacia de Bom Jesus do Tocantins.

A Polícia Civil reforçou que todo e qualquer crime contra crianças e adolescentes será investigado e os responsáveis devidamente responsabilizados. Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo Disque-Denúncia 181 ou pelo WhatsApp da atendente virtual “Iara”, no número (91) 3210-0181, onde também é possível enviar fotos, vídeos e localização, sem necessidade de identificação.